Concursos Público IBGE 2016: 7,5 mil vagas

Quer se Inscrever no concurso Aberto 2016 IBGE ? Confira as informações para fazer sua inscrição e concorrer a uma das vagas do concurso Aberto 2016  IBGE .

Faltam cinco dias para o encerramento das inscrições do concurso do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que visa o preenchimento de 7,5 mil vagas para exercer a função de agente de pesquisas e mapeamento. As vagas são para todo o Brasil, para atuar em 550 municípios distribuídos nos 26 Estados e no Distrito Federal.

Para a cidade de Franca, foram disponibilizadas cinco vagas. Em Araraquara estão disponíveis oito vagas, Barretos quatro, Bauru oito, Bebedouro quatro, Limeira sete, Jaú seis, Ribeirão Preto nove, Rio Claro cinco, São Joaquim da Barra quatro, São José do Rio Preto nove, Sertãozinho seis, Piumhi duas, Passos quatro, Guaxupé três vagas, dentre outras cidades.

Para se inscrever, o candidato deve ter, no mínimo, 18 anos, e ter concluído o ensino médio, dentre outras exigências detalhadas no edital. O serviço será prestado dentro do prazo de um ano, podendo ser prorrogado, desde que não se estenda por mais de três anos. A remuneração para a função é de R$ 1.250 mais benefícios (auxílio transporte, auxílio alimentação, férias e 13º salários proporcionais), para cumprir jornadas de trabalho de até 40 horas semanais.

Deve-se lembrar que as atribuições para a função de agentes de pesquisas e mapeamentos incluem a visita a domicílios e estabelecimentos, a realização de entrevistas, registro dos dados em questionários impressos ou em meio eletrônico, atualização dos levantamentos geográficos, dentre outros.


O concurso será constituído por prova objetiva de 60 questões, sendo 25 de língua portuguesa, 20 de geografia e 15 de raciocínio lógico, a ser aplicada no dia 4 de setembro de 2016. O resultado dos candidatos aprovados sairá no dia 16 do mesmo mês.

COMO SE INSCREVER A UMA VAGA NO concurso IBGE 2016 :

As inscrições vão até o próximo 19 de julho, e serão feitas exclusivamente pelo site da Fundação Cesgranrio, organizadora contratada, no endereço eletrônico www.cesgranrio.org.br, mediante pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 30. O candidato poderá, no ato da inscrição, escolher a localidade onde se pretende trabalhar e aonde deseja realizar a prova.

Sobre o IBGE

A primeira estimativa oficial para a extensão superficial do território brasileiro data de 1889. O valor de8.337.218km2 foi obtido a partir de medições e cálculos efetuados sobre as folhas básicas da Carta do Império do Brasil, publicada em 1883.

A partir de 1922, a estimativa que passou a constar nas publicações oficiais brasileiras, de autoria da Comissão Organizadora da Carta do Brasil, do Clube de Engenharia, era de 8.511.189 km2. A diferença de 173.971 km2 em relação à primeira estimativa explicava-se pelos acréscimos territoriais verificados no período republicano, e também pela melhor qualidade da documentação cartográfica de apoio e os processos de cálculo mais rigorosos, baseados no uso de planímetros mecânicos.

Com a promulgação do Decreto-Lei nº 237, de 02/02/1938, passou a ser atribuição do IBGE – através do Conselho Nacional de Geografia –, nos termos do Artigo 9º, letra a, “... a revisão da área do Brasil, do seu parcelamento segundo as unidades federadas e dos municípios, efetuando-se, se possível, o conjunto das áreas distritais...”.

Em 1945, com o progresso dos trabalhos cartográficos, em especial os de atualização da Carta do Brasil ao Milionésimo, procedeu-se à revisão da área oficial do Brasil. Em 22/06/1946, através da Resolução nº 195, a Assembléia Geral do Conselho Nacional da Geografia aprovou para divulgação e uso oficial, o valor de 8.516.037km2.

A elaboração e publicação de novas folhas da Carta do Brasil ao Milionésimo tornaram possível a revisão do traçado dos limites internacionais e interestaduais, bem como da linha do litoral. Nos estudos e interpretações geográficas para o estabelecimento dos limites das águas internas e áreas territoriais, recorreu-se aos conceitos então divulgados pelo UnitedStatesBureauoftheCensus. Desse modo, a revisão da área do Brasil, aprovada pela Resolução nº 392, de 29/10/1952, da Assembléia Geral do Conselho Nacional de Geografia, tornou oficial o valor de 8.513.844km2.

Seguindo os conceitos que orientaram a revisão dos trabalhos no início da década de 50 e aproveitando as edições sucessivas das folhas da Carta ao Milionésimo, as áreas do Brasil, dos Estados e dos Municípios passaram a serem revisadas em base decenal. Nessa sequência, o valor divulgado para adécada de 1980 foi de 8.511.965km2.

Na década de 1990, iniciou-se uma reformulação técnica, metodológica e conceitual no cálculo das áreas estaduais e municipais. O processamento automatizado ganhou força a partir da digitalização de cartas topográficas. Desde então, o aperfeiçoamento contínuo do processo de cálculo das áreas territoriais vem aportando um ganho de qualidade que se reflete em discrepâncias em relação aos resultados anteriormente divulgados para as superfícies estaduais e municipais.

Cabe esclarecer que a promulgação da Constituição Federal de 1988, de acordo com o artigo 18, as alterações territoriais passaram a ser da competência dos Estados e Municípios.

Os valores das áreas territoriais segundo a estrutura político-administrativa vigente em 31/12/1993totalizaram, para a superfície do Brasil, o valor de 8.547.403,5km2 (incluindo as ilhas oceânicas), o que corresponde a uma diferença de 0,42% a mais em relação ao valor anterior.

Para a grande maioria dos estados as diferenças entre os valores referentes a 31/12/1993 e aqueles publicados anteriormente, na década de 1980, não excedem 0,6% da área territorial. As exceções ficam por conta dos Estados de Pernambuco, Alagoas e Paraíba, com diferenças de +5%, -4% e +4%, respectivamente, resultantes da revisão dos limites estaduais sobre bases cartográficas de maior precisão e da introdução de nova metodologia de cálculo.

Em 1997 teve início, em grande escala, o processo de digitalização automática e semiautomática com a utilização de novos equipamentos e programas computacionais. Essa mudança no modusoperandi do processo de digitalização influenciou os resultados, gerando novos valores para as áreas dos municípios a partir de 1999.

Nesta nova metodologia adotou-se como projeção cartográfica a Projeção Cilíndrica Equivalente, na qual inexiste deformação de área.


Lei da Aprendizagem

Nº 10.097/2000, ampliada pelo Decreto Federal nº 5.598/2005. Determina que todas as empresas de médio e grande porte contratem um número de aprendizes equivalente a um mínimo de 5% e um máximo de 15% do seu quadro de funcionários cujas funções demandem formação profissional.

No âmbito da Lei da Aprendizagem, Jovem aprendiz é o jovem que estuda e trabalha, recebendo, ao mesmo tempo, formação na profissão para a qual está se capacitando. Deve cursar a escola regular (se ainda não concluiu o Ensino Médio) e estar matriculado e frequentando instituição de ensino técnico profissional conveniada com a empresa.

Como se inscrever no Jovem Aprendiz 2017

Cada empresa tem sua forma de inscrição. Clique aqui e digita o nome de sua cidade, ou empresa e veja vagas abertas próximo a você!